“O tráfico humano é uma realidade
pouco conhecida, mas existente”, falou o padre Silvestre, cura da Catedral.
A preocupação com a identificação
de rotas e a conscientização para o perigo que representa o tráfico humano
perpassa tanto as grandes cidades como as localizadas no interior da Diocese
.
A formação continua na quinta e
na sexta (28 e 28), com os diáconos Eleonor (julgar) e Guilherme (agir) e
espera-se o aumento da participação, que mesmo com chuva, foi significativa no
primeiro dia. “Se percebe a resposta ao tema pelo interesse das pessoas, que
corresponderam às nossas expectativas”, disse o padre Silvestre, que está
acompanhando de perto estes dias de formação, ainda que não possa participar
devido às missas que são celebradas no mesmo horário.
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